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Depois de se aventurar em vários estilos musicais diferentes  e após uma breve pausa, neste comeback (G)I-DLE finalmente deu uma chance as próprias raízes e sons asiáticos em sua música: O resultado? Sem dúvidas o melhor lançamento da carreira após o lançamento da kpop-perfection Hann, de 2018.

HWAA, o carro chefe do mini álbum entrega visuais incríveis em seu mv junto à sons de instrumentos e melodias tradicionais da Ásia/Coreia em sua construção musical com um toque sofisticado e bem suave latino que vem progredindo com o tempo. A música te passa aquele sentimento de nostalgia, o que deixa a mesma bem mais degustável aos ouvidos dos ouvintes.

O mini começa com uma balada conceitual, o que é estranho para qualquer álbum, que usam deste nicho de música triste como encerramento.

A ordem das músicas foi perfeitamente pensada para que o ouvinte não se sentisse perdido com alguma troca brusca de conceito entre as track, que seguem praticamente o mesmo ritmo ritmo “calmo” sempre trazendo algo novo ou inesperado e criando uma identidade musical que não só combina com os antigos lançamentos, como também abre portas para novos lançamentos que serão facilmente reconhecidos como do (G)I-dle.

Isso funciona bastante pelo dedo da Soyeon, que disse que queria escrever algo que conectasse Hann e Hwaa, e por isso Hann (Alone In Winter) foi lançada na tracklist do ‘I Burn’ e assim criando uma ponte entre os trabalhos antigos e o mais recente. É evidente como o estilo musical de Soyeon transborda em outras produções que trabalhou, como ‘Bird’, debut solo de Namjoo, no entanto, o som do álbum não soa somente como um trabalho dela, mas sim do grupo, contando com arranjos e composições de Minnie e letras de Yuqi.

Notas

Hann (Alone in winter) 10
HWAA 9.5
Moon 10
Where Is Love 10
Lost 7.5
Dahlia 8.0

Nota geral do Álbum: 9.0



Você já ouviu falar do filme “OLDBOY”?

Oldboy (2003) Corea do Sur. Dir: Park Chan-Wook. Suspense. Películas de  culto - DVD CINE 258 | Películas de acción, Peliculas, Peliculas divertidas

Esse é um dos mais famosos filmes coreanos atuais (e também de maior sucesso) que, além de fazer parte de uma trilogia, tem um remake americano (*cof* péssimo *cof*) lançado em 2013 de mesmo nome. Old Boy foi lançado em 2003 e foi também um dos filmes que abriu portas para que o cinema coreano fosse conhecido como é hoje pela sua excelência e alta qualidade em toda a produção.

AVISO: Texto pode conter spoilers.

Oldboy (2003) vs. Oldboy (2013)

Oldboy (2003) vs. Oldboy (Remake, 2013)

Confesso que demorei para ver esse filme. A primeira vez que tive contato com ele foi em uma aula da faculdade a uns 2 anos atrás e, mesmo não terminando ele, já de primeira me senti extremamente impactada com a qualidade do mesmo, mas, principalmente, com as cenas fortes que são a principal característica. “É um filme feito para ser extremamente perturbador”, foi o que ouvi de uma amiga sobre, e ela tem razão.

Chanwook fez sua obra prima atingir todos os seus objetivos em diversos aspectos principalmente quando o assunto é causar desconforto no espectador. Mas não é por isso que ele deixa de ser incrível. É até difícil não escrever sem usar a palavra excelente diversas vezes nesse texto. A fotografia é impecável, utiliza de planos bem pensados em todos os momentos exatos para cada ação, são perfeitos. As paletas de cores desse filme também são impecáveis e passam exatamente a sensação que cada cena quer causar.

E a caracterização? a direção de arte foi impecável nessa parte, daria pra dizer com tranquilidade que se tratava de um documentário se você olhar só a caracterização dos personagens. O som foi algo que, sendo sincera, eu quase não reparei pelo tanto que a parte visual e o enredo me impactaram, mas, como meu professor de áudio diria:

A parte sonora do filme tá perfeita quando você nem nota que ela tá lá

Então, achei a altura do filme.

OLDBOY | Cinema em Cena - www.cinemaemcena.com.br

Agora, uma parte central: o enredo. Essa parte eu juro que não consigo processar até agora. Eu não consegui terminar de ver o filme na primeira vez por problemas pessoais e não consegui da segunda também por tão impactada com a cena que acontece em 1hr e 4 minutos (mas que só faz sentido você se sentir impactada quando já sabe o final do filme, o que eu sabia). De verdade, foi algo tão bem escrito pra história que eu não consigo superar, na verdade TUDO é assim nesse filme. Mas, mesmo assim, pelos vídeos que estudei e artigos que li dizem que os plots dele são dignos dos melhores prêmios que existem.

Enfim, tentando não me prolongar mais ainda, apenas digo por último que: vale a pena dar uma chance para um dos pais do cinema coreano moderno, você só vai se arrepender de não ter visto ele antes.



O movimento hip-hop ganha notoriedade na Coreia do Sul entre os anos 80 e 90, com o gigante interesse da juventude pelas rimas. Não demorou muito até os versos de rap conquistarem a música pop e deixarem a obscuridade das ruas para habitar o tão sonhado mainstream

Após revelar diversos nomes, é esperado que a indústria se pasteurize, criando diversos wannabe’s e carecendo de originalidade com o passar dos anos, como se é esperado de qualquer mecanismo de produção musical. No entanto, existem artistas que, no auge de sua carreira ainda fazem valer a pena a grande onda de expectativas que se forma sobre cada lançamento, um destes é Song Minho, também conhecido como MINO

Começando sua carreira como rapper underground, Minho conquistou espaço no mainstream com muito trabalho, cativando pessoas dentro e fora da Coréia com sua arte tão particular. Em 2014, Mino fez sua estreia como membro do boygroup Winner’, agenciado por uma das maiores empresas de entretenimento de todo o K-pop. Desde sua primeira aparição, o rapaz chamava atenção por sua habilidade de escrever letras e entregá-las de maneira impecável. 

Em 2016, fez sua icônica participação no reality show ‘Show me the money’, responsável por revelar talentos para a nova cena do hip-hop. As faixas lançadas durante o programa ‘okey dokey’ e ‘fear’ são massivamente reproduzidas até hoje, a segunda se tornando uma das canções mais ouvidas daquele ano. 

Ainda em 2016, Mino fez seu segundo debut ao lado do companheiro de empresa Bobby (iKON), em uma unidade chamada MOBB, conquistando o prêmio de best hip-hop no Seoul Music Awards do ano seguinte e, chamando atenção internacionalmente.

Breve resumo dos trabalhos de Mino como solista, antes mesmo de seu debut solo oficial, que aconteceu em 2018 com o álbum ‘XX’.

Como solista, o Song também teve grandes feitos. Seu primeiro álbum ‘XX’, lançado em 2018, alcançou primeiro lugar no chart melon – um dos maiores da Coreia do Sul durante 10 dias consecutivos. — Além disso, o cantor venceu a categoria de Rap/Hip-hop do Golden Disk Awards em 2019. Nos music shows, Mino foi o solista que conseguiu o win semanal mais rápido. 

Para além da carreira musical, o rapper se mostra um artista completo ao produzir desenhos, pinturas, fotografias e expor sua paixão por moda e tatuagens. 

Mino sempre foi muito próximo de diversos manifestos artísticos como pintura e fotografia; O cantor, apesar de idol, sempre expõe suas singulares tatuagens. Song fez seu debut como artista plástico em 2019, em uma exposição somente sua.

A abertura de ‘Take’ com Love and a Boy cria envolvimento automático com o ouvinte, mostrando já de início o impacto do som característico de Song Minho. Diante da maior porção de autonomia de sua carreira, o rapper tomou parte em todas as letras e produção deste álbum; em Love and a boy, Song conta sobre seus fardos sendo um artista jovem, com emoção e carisma de sobra. 

Ao contrário de seu debut que aposta na força dos palcos, em Run away, Mino mostra confiantemente a força de sua rima. Seu flow brilha no auge da sensibilidade do artista, que prolonga sua personalidade não só na faixa título, como também pelo resto do LP. 

Run away mescla elementos lúdicos a cenas cotidianas para retratar a ideia de escapismo da realidade. No vídeo musical, o personagem tenta se livrar das próprias paranoias e mágoas através da fuga.   

Abrindo a lineup de colaborações do LP, temos Ok man com participação de Bobby (iKON), amigo de Minho a longa data e seu acompanhante de trajetória. Na fixa, os rappers retomam o legado de sua unit MOBB e expõe seus pensamentos em fazer parte da cena do rap na Coréia do Sul. A química dos dois rapazes brilha nesta produção, provando que Mino e Bobby ainda são uma ótima combinação. 

A próxima faixa, Wa, conta com o solista Zion.t, que também aposta em um verso de rap ao lado de Mino. A faixa beira mais o R&B e ambos autores dividem sua excentricidade nas letras e arranjo. Apesar de contida, a canção possui um refinado instrumental e um fechamento impressionante.

Para a divulgação do álbum, foi liberado um pequeno documentário com depoimentos de todos os produtores e envolvidos com ‘Take’. Os convidados falam sobre a relação próxima de MINO com sua música e a seriedade e dedicação que o rapper tem em produzir.

A seguir na tracklist temos o dueto I want to, onde a solista meenoi enfeita o segundo verso com um vocal suave, contornados pelo rap equilibrado de Song. A faixa é um trap-pop com ênfase nos elementos melódicos.  

Daylight traz a vibe relaxada do verão ao LP. O instrumental eletrônico e o refrão simplório produzem um clima solar e moderno; sua ponte é como sonhar acordado em um dia de praia

Em Hop in temos Mino em colaboração com DPR Live, outro grande nome em ascensão no hip-hop coreano. A combinação, apesar de inesperada, funciona! Ambos estilos se complementam na faixa de trap poderosa, com rimas perfeitamente executadas.  

O instrumental orgânico surpreende em Pow. A guitarra elétrica embala as pausas das batidas EDM e tudo se mistura intensamente com a voz. Um ótimo momento experimental da carreira de Mino. 

O álbum segue para as últimas quatro faixas, mais direcionadas à parte sentimental da música de Mino. Click/ Han river view incorpora trompetes e coros vocais para ambientalizar a reta final de ‘Take’. A faixa muda abruptamente, repousando sobre um lo-fi perto de seu término. 

Caprichada na percussão, a sequência é Book store, com participação do rapper Bewhy. Soa divertida, mas sem abandonar a elegância, além de valorizar os versos de ambos artistas. A criatividade trabalha naturalmente sozinha em Book Store

Song Minho se prova mais uma vez um vocalista emotivo em Sunrise, que cumpre função de ballad neste álbum. Remete até mesmo a trabalhos de Winner, o ato é belíssimo e um presente aos ouvidos com a guitarra acústica e os backing vocals. 

Finalmente, ‘Take’ encontra seu fim em Lost in a crowd, um ensaio agridoce sobre a vida adulta e a solidão. Outra vez os acordes de violão brilham no instrumental; Uma faixa impecável e nostálgica, ideal para finalizar um grande trabalho. 

Em um ano tão nublado, a experiência de Take é aconchegante, refrescante e completa. Mino parte de um ponto pessoal de sua carreira e repousa na própria grandiosidade, entregando um verdadeiro exemplo de seu progresso enquanto artista. O LP mostra a exata essência de Song Minho, talvez em seu mais genuíno processo de se encontrar Não só como artista, mas como pessoa — No auge de seus vinte e oito anos. 

Ouça o álbum na integra na caixa abaixo:



Trabalhando incessantemente desde sua estréia em outubro de 2018, o “A Teenager Z”, ou “ATEEZ”, boygroup sul-coreano administrado pela KQ Entertainment (Eden, Maddox, e anteriormente Block B) conclui sua primeira grande ‘era’ em um primeiro ano de atividades quase impecável, carregando justamente o título de “grupo de performance”, que apresentava a proposta inicial boygroyp sul-coreano. O octeto entrega o melhor resultado possível em seu primeiro exthended play (Ou “full album”, termo mais usados entre os fãs de k-pop). As onze faixas muito bem encaixadas com o auxílio de seu produtor principal, o solista EDEN, atualmente carro chefe da KQ no quesito produção musical, além dos compositores como LEEZ e Ollounder, que retornam do álbum prévio “One To All”. O LP deixa espaços em branco para fortes e criativas performances ao longo deste período de promoções que se inicia.

“All To Action” é, de fato, um divisor de águas da curta carreira dos oito meninos, mostrando todo seu amadurecimento no último ano, num album incrivelmente satisfatório e surpreendente até mesmo para sua fanbase, os “atiny”, que já teorizavam até mesmo a tipificação das novas músicas após a revelação da tracklist no último domingo, dia 29. Em meio à diversas teorias de fãs, o ATEEZ se compromete a entregar material que contemple seus trabalhos passados, assim como deixa pontas soltas para o que está por vir, de forma sutíl e calorosa, convidando sua fanbase e até mesmo o público geral a brincar com conceitos e encaixar estórias clássicas (Como Peter Pan e Alice no País das Maravilhas) no universo lúdico em que se passam seus videoclipes.

ATEEZ assume liderança entre os grupos de performance da terceira/quarta geração.

A faixa de abertura “End of The Beginning“, expõe a premissa do album em uma verdadeira super produção de trinta segundos, sendo conexão direta com a faixa principal da vez “Wonderland“, que mescla hip-hop marcante e elementos melódicos, com uma grandiosa performance utilizando uma vasta equipe de dançarinos de fundo. A coreografia possui momentos facilmente associáveis, como em títulos anteriores que estouraram na interpretação da boyband. Apesar dos vocais poderosos e impactantes (Seonghwa se faz memorável nesta título), os elementos centrais são entregues pelos rappers Hongjoong e Mingi, que são surpreendentes a cada verso (Todos escritos por eles, à propósito).

O MV oficial de “Wonderland”, faixa principal de “All to action”, alcançou mais de 2,3 milhões de visualizações em vinte e quatro horas.

Seguindo para “Dazzling Light” e “Mist“, momentos mais sóbrios e emocionais do album, aqui vemos uma maior valorização ao desenpenho dos vocalistas (Wooyoung, Jongho e Yunho em destaque), alternando com momentos de quebras EDM já conhecidos pelos ouvintes do grupo. Assim como “Crescent”, no EP anterior à este, “Precious (Overture)” é uma faixa de transição entre as duas metades do disco. Esta faz referência às músicas do debut “Treasure” e “Pirate King” fazendo uma atualização do conceito piratesco no arco narrativo do ATEEZ, instigando nostalgia àqueles que os acompanham desde o início.

Á frente temos “WIN” uma faixa que mostra a ambição do octeto, que revela uma possível incerteza com o futuro, no entanto mostra a confiança dos meninos, que continuaram vencendo, como diz a letra. WIN é o mais perto de uma faixa hip-hop carregada e barulhenta que eles poderiam entregar, mas chega a ser equilibrada graças á seus pré-refrões perfeitamente executados por Yunho e Seonghwa, vocalistas líderes que, juntamente com a grandiosidade da rap line, prolongam a repetibilidade da faixa.

A descompromissada “If Without You” vem depois, em um ótimo exemplo de urban pop mid-tempo, trazendo o rap habilidoso de Hongjoong como momento principal, o primeiro refrão sob responsabilidade de San e Yeosang deixam a música agradável e divertida.

O octeto sul-coreano aprimora seus talentos a cada lançamento e possuem diferentes carismas no palco.

Em “THANK U“, ATEEZ flerta com diferentes gêneros, mais orgânicos e instrumentais. Outro momento emocional do trabalho, quase num tom confecional em versos como “Thank you for being on my side“, os meninos agradecem á seus membros e fãs, por se amarem e apoiarem em todos os momentos; qualquer atiny dedicado já estaria em prantos nesse momento, mesmo que a música não tenha um caráter “pra baixo” ou depreciativo. No fim das contas, Thank u (Ou “Friend” como a música é chamada em coreano) é a típica faixa de fechamento de show, como uma despedida agridoce para celebrar a presença de pessoas especiais em momentos especiais.

A reta final de All To Action é composta respectivamente por “Sunrise” e “With U“. A primeira, composta pelo líder, Hongjoong, assim como “Aurora”, no álbum anterior, é a faixa mais experimental no LP, com elementos transicionais inesperados e um refrão pegajoso, tendo a carga de faixa motivacional desta leva, como um verdadeiro presente ao público. Mingi, o rapper líder, também mostra sua evolução ao adicionar novas texturas ao seu rap. “WITH U” permeia a ilusão de “balada romântica do álbum”, a faixa down-tempo possui belíssimos e adoráveis vocais, encaixando versos de rap mais melódicos e contidos, fazendo deste um excelente momento final, em direção á faixa “Outro”, que conclui o full com destreza. Assim, o quarto trabalho do octeto se encerra com a dramática “Beggining of the End”, que nos permite projetar um panorama futuro para o grupo, enquanto revisita toda a era “Treasure” através da orquestra e efeitos sonoros, que nos remetem à trilhas sonoras de filmes de pirata, ponto chave de todo o conceito por trás do “A Tennager Z”

Em 20 de junho de 2019, o grupo recebeu seu primeiro win em show musical com a música wave, fazendo deste seu primeiro prêmio de muitos. Os meninos são profundamente gratos á seus fãs, staff e membos.

De maneira versátil e conceitual, ATEEZ foge ao pop bubblegum típico e raso massificado pela música popular coreana e, aposta em deixar sua marca insistentemente através de manifestos tão pessoais quanto a letra de “Say my name” (2019) (que literalmente grita aos 4 ventos que eles surgiram com o intuito de deixar uma marca) e, é esta determinação que os fizeram emergir no último ano, estabilizando tranquilamente seus consumidores. A qualidade e coesão dos discos, juntamente com o profissionalismo e presença dos integrantes faz o ATEEZ se destacar dentre os grupos novatos, chamando atenção do público e da crítica e conquistando fãs ao redor do mundo. As performances se aprimoram a cada lançamento de maneira inovadora, fazendo valer o esforço dos oito meninos esperançosos e talentosos que hoje vivem o ATEEZ intensamente.

A era Treasure está finalizada (com uma proposta de repackage para o fim de 2019), abrindo novos horizontes aos oito artistas que, já se provaram frescos e dispostos. A ambição de Hongjoong, Seonghwa, Yunho, Yeosang, San, Mingi, Wooyoung e Jongho os faz maiores que as piraticidades e alegorias que estes utilizam para vestir seus personagens da maneira mais comprometida possível, para subir ao topo, para serem imbatíveis. O ATEEZ é o futuro que luta, a revolução que tarda, mas não falha e, eles não estão dispostos a abaixar a cabeça.

Ouça o álbum na íntegra utilizando a caixa acima.



Nessa semana foi lançado o jogo oficial do BTS chamado SUPERSTAR BTS. Assim como os jogos SuperStar SMTOWN e SuperStar JYPNATION, ele é um jogo que ao acertar as bolinhas vai tocando a música que você selecionou. Conforme os níveis de dificuldade, pode acabar ganhando mais ou menos pontos no final da música.

Já de início você precisa escolher um idioma para jogar, atualmente apenas possuí coreano e inglês. Também é necessário criar um nome de usuário, assim como colocar a sua nacionalidade. Algo que me chamou bastante a atenção é que as skins do jogo são os próprios membros do BTS, cada integrante tem uma caixa de diálogo e também no seu perfil vai ter o nome, foto e assinatura do integrante escolhido.

 

O jogo em si é bem fácil de entender, não tem nenhum tipo de barreira que impeça qualquer um de jogar isso, eu mesma que sou completamente descoordenada consigo jogar no modo “normal”. No final de cada música concluída, você ganha mais XP e também dependendo de seus pontos, pode ganhar até mesmo algum card especial do game.

Logo no início, você acaba ganhando do jogo 7 cartas de início, elas são como skins que te ajudam a conseguir ganhar mais pontos nas músicas.
Cada era tem suas próprias cartas, ou seja, você tem que indo conquistá-las conforme jogando.

Caso você ganhe uma carta que já tem, o jogo também te dá uma possibilidade de vender essa carta e conseguir algum bônus com isso, achei bem interessante.

Existem missões diárias que você pode fazer e tentar conseguir mais prêmios.

Uma coisa que achei um ponto bem negativo é que ele come a bateria do seu celular muito rápido, também acaba esquentando demais o aparelho. Estava com 50% de bateria quando comecei e menos de meia hora depois já estava com 15% tendo que colocar para carregar.
Uma pequena dificuldade que tive é que muitas das teclas durante a música elas vão fazendo um zigue zague, meus dedos são pequenininhos e é difícil de completar aquela tecla e ao mesmo tempo tocar com a outra mão, meu celular caiu várias vezes da minha mão por causa disso.

O jogo em si é bem legal, bonito e te prende muito, tem quase todas as músicas do BTS para você poder desbloquear e também categorias diferentes, funciona muito bem, pelo tempo que eu joguei não tive qualquer tipo de problema ^^/ Recomendo jogar caso você não tenha problemas com sua bateria ~

Nota: Eu não sou profissional em jogos, apenas dei a minha opinião como fã e uma pessoa comum jogando isso.